As minhas filhas sabiam, as outras tantas crianças também. Quando laçadas pelo braço por alguma tia centenária nas festas familiares em Guaxupé, respondiam com precisão à pergunta que, afinal, ajudava a tocar as conversas:
– Ô bem, ocê é de quem?
– Sou filha da Marina, neta da Uda, bisneta da Neti.