As três meninas pequenas comigo no quarto. Sinto um aperto no peito, daqueles que vêm do medo do mundo, e irrompo emocionada: “Queria que tudo parasse agora. Que vocês não crescessem. Que eu não envelhecesse. Que a gente ficasse exatamente assim, num espaço perfeito, para sempre, aqui, na segurança do quarto.” 
Uma delas vai devagarinho, abre porta e todo mundo sai correndo.